sábado, 16 de fevereiro de 2008

A criatividade é um exercício e o comodismo uma arma letal

A criatividade definitivamente é um ferramental que cada dia mais os profissionais de qualquer que seja a área de atuação, deve conter em seus atributos. Nos dias de hoje, ser criativo pode ser um fator de diferencial competitivo. Pois bem, e o que precisamos para sermos criativos? Resposta: muita informação. Isso mesmo! Informação. A base do sucesso de pessoas que conseguem ter uma sacada inteligente e alinhada com reais objetivos de resolver um problema é uma pessoa que tem muita informação. Só isso? Não, claro que não. Temos que praticar a criatividade a todo o momento, para que possamos estimular e condicionar nossos cérebros no constante exercício de cruzar todas as informações que temos em busca de uma solução cabível e de sucesso. Devemos ser sensíveis para observar e notar coisas particulares. Fazer o pensamento reverso, onde de um problema, extraímos uma solução.
O que acontece com a maioria das pessoas é que sempre buscamos estarmos na maioria do tempo na chamada zona de conforto. Porém, na zona de conforto não existe muito estímulo para desenvolver a criatividade, pois teoricamente atingimos um estado eufórico onde nossos impulsos cerebrais determinam nossa estagnação. Notem que a sacada de mercado mais inteligente, muitas das vezes, saiu de um momento crítico, onde as pessoas foram capazes de processar informações em busca de uma oportunidade de solução ao invés de reverter o quadro de coma profundo que se encontravam. É mais ou menos assim: acredite que muitas vezes precisamos morrer, acreditando na vida após a morte ou na reencarnação.
Falamos!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

O carnaval é fonte de expiração criativa

Caros, o carnaval é uma das comemorações que mais movimentam dinheiro ao longo do ano. Todos os setores da economia são beneficiados, claro que uns mais outros menos. Entre os que se destacam: entretenimento, turismo, hotelaria, bebidas e alimentação.

Mas, também notamos ações de criatividade cada vez mais interessantes. E olha que não estou falando das ações de comunicação dos milhares de anunciantes que disputam um lugar ao som (ou sol) deste tema.

Falo das próprias escolas de samba, blocos de carnaval, bailes, etc, que montam e transformam seus desfiles em propostas patrocináveis, com temas alinhados aos interesses de empresas específicas, que garantem os recursos de investimento necessário para a promoção do show cultural da nação brasileira. São carros, alas, com mais e mais interatividade, aumentando o apelo emocional, atingindo um estado crítico de euforia em mercadologia.

É óbvio que as empresas o fazem, na maioria das vezes, por conta dos incentivos fiscais no imposto de renda e, de vez enquando, pelas possibilidades de vender mais seus produtos e serviços pela exposição de marca que está vinculada com o espetáculo e toda a cobertura da mídia gerada.

Mas pensem, logo mais as quadras de escola de samba estarão abrindo vagas para gerentes de "branding carnavalesco", para desenvolver os projetos. O mais engraçado vai ser nas exigências constar: experiência mínima de 05 anos como mestre sala e/ou porta bandeira ou algo parecido.

Abraços